‘Sicário’ de Vorcaro morre sob custódia da PF de Minas Gerais
A Polícia Federal (PF) confirmou na noite desta quarta-feira a morte de Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário, preso na terceira fase da Operação Compliance Zero. Conforme as investigações, ele seria responsável pelo monitoramento e obtenção de informações sigilosas de pessoas consideradas adversárias dos interesses do banqueiro. Sicário é um termo que se refere a um assassino de aluguel e era com esse apelido que Mourão .
Mourão foi encontrado desacordado na cela em que estava na Superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais, após atentar contra a própria vida na carceragem. Segundo a PF, a morte encefálica foi constatada no hospital da superintendência da corporação em Minas Gerais.
Mais cedo, a PF informou que Mourão foi reanimado pelos policiais responsáveis pela custódia e recebeu atendimento médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Em seguida, ele foi encaminhado ao hospital.
Um processo interno para esclarecer as circunstâncias do fato será aberto.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel, cunhado de Daniel, e Luiz Phillipi Mourão. De acordo com Mendonça, Vorcaro mantinha com comparsas uma estrutura voltada à vigilância e intimidação de pessoas vistas como contrárias aos interesses do grupo financeiro.
Segundo as investigações, isso era feito por meio de um grupo intitulado A Turma, exclusivamente dedicado a monitorar e intimidar quem era visto como inimigo e supostamente liderado por Murão.
As investigações indicam que o caso do Master pode representar a maior fraude financeira já praticada no país. O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) estima, por exemplo, que os ressarcimentos a clientes prejudicados devem ultrapassar os R$ 50 bilhões.
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