Mônica Salmaso dá voz a standards e a temas raros de Jobim em 'Tom', show com João Camarero e Teco Cardoso

Mônica Salmaso (ao centro), Teco Cardoso (à esquerda) e João Camarero voltam à cena com show com músicas de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994)
Daniella Paoliello / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Motivo de tributos previstos para serem realizados ao longo de 2027, o centenário de nascimento de Antonio Carlos Jobim (25 de janeiro de 1927 – 8 de dezembro de 1994) já se aproxima e fomenta a volta à cena de “Tom”, show que une a cantora Mônica Salmaso com o violonista João Camarero e o flautista e saxofonista Teco Cardoso.
Estreado em 11 de junho de 2025 no “Jardim sonoro – Festival de Música de Inhotim” em Brumandinho (MG) e reapresentado em 26 de outubro na Casa de Francisca em São Paulo (SP), o show “Tom” retorna à cidade de São Paulo (SP) em apresentação única no Teatro Iguatemi, agendada para 24 de setembro.
Ao lado de João Camarero (violão de sete cordas) e Teco Cardoso (flauta, flauta de bambu e sax tenor), Mônica Salmaso dará voz – com a alma lírica e o rigor estilístico característicos da cantora – a músicas de Tom Jobim conhecidas em todo o Brasil (e mesmo no mundo) e a também a temas que somente os seguidores mais fiéis do compositor hão de reconhecer.
Dentre os standards de Jobim, o trio aborda “Águas de Março” (1972), “Chovendo na roseira” (1971), “Correnteza” (Antonio Carlos Jobim e Luiz Bonfá, 1973), “Estrada do sol” (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, 1958), “Luiza” (1981), “O Morro não tem vez” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1963), “O que tinha de ser” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959), “Piano na Mangueira” (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1992), “Por causa de você” (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, 1957), “Tema de amor de Gabriela” (1983) e “Triste” (1967).
Entre os temas menos ouvidos do compositor, Salmaso, Teco e Camarero reavivam “Boto” (Antonio Carlos Jobim e Jararaca, 1975), “Canção em modo menor” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1963), “Meninos, eu vi” (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1983), “O tempo e o vento” (1985), “Olha pro céu” (1960), “Pato Preto” (1991) e “Sucedeu Assim” (Antonio Carlos Jobim e Marino Pinto, 1957).
Nada foi anunciado, mas não será surpresa se em 2027 o show “Tom” ganhar registro fonográfico (captado ao vivo ou mesmo gravado em estúdio) por conta do iminente centenário de Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim.







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