150 anos após morte de Mikhail Bakunin, anarquismo segue vivo, apesar de tímido, no Brasil
redir.folha.com.br
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No dia 3 de julho de 1876, na cidade suíça de Berna, os coveiros de um cemitério local faziam piadas sobre a profundidade da cova que deveriam cavar. Também zombavam do tamanho e do peso do caixão, que trazia um homem grande física e historicamente: Mikhail Bakunin, um dos pais do anarquismo, morto dois dias antes.
Leia mais (07/04/2026 - 04h03)








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