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São José dos Campos,25/06/2026

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Paramount está pronta para vender joint venture com Universal para fechar acordo com Warner, diz agência

g1.globo.com
Paramount está pronta para vender joint venture com Universal para fechar acordo com Warner, diz agência
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Foto ilustrativa mostra logotipos da Paramount e da Warner Bros
Reuters
A Paramount Skydance Corp. está preparada para se desfazer de sua joint venture de distribuição de filmes com a Universal Pictures para atender às preocupações da União Europeia sobre concorrência em relação à aquisição da Warner Bros. Discovery por US$ 110 bilhões, disse à Reuters, nesta quarta-feira (25), uma fonte familiarizada com o assunto.
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A proposta, que será apresentada na próxima terça-feira (30), foi elaborada após uma reunião com autoridades europeias de defesa da concorrência, segundo a fonte.
Caso seja formalizada, a medida estenderá em dez dias úteis o prazo preliminar da Comissão Europeia para analisar o negócio, passando de 7 para 21 de julho.
Agora no g1
Em fevereiro, a Reuters noticiou com exclusividade que a aquisição deveria receber aval da União Europeia sem grandes obstáculos, com a Paramount disposta a vender canais menores, como suas marcas infantis, se necessário.
Segundo a fonte, essa possibilidade foi descartada porque os reguladores não identificaram problemas nesse segmento.
A venda da parceria de distribuição de filmes com a Universal Pictures pode aliviar as preocupações manifestadas por exibidores de cinema na Europa.
Procurada, a Paramount afirmou que não comenta processos regulatórios em andamento.
A operação também está sendo analisada em um procedimento separado, previsto no Regulamento da União Europeia sobre Subsídios Estrangeiros, já que a oferta conta com financiamento do Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita, da L'imad Holding Company, de Abu Dhabi, e da Autoridade de Investimento do Catar.
A expectativa é que a Paramount obtenha aprovação sem restrições nessa etapa. Na semana passada, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos aprovou a aquisição, afirmando que é improvável que o negócio prejudique a concorrência ou os consumidores.
Apesar disso, Califórnia, Nova York e outros estados norte-americanos preparam uma ação judicial para tentar barrar a operação, disseram à Reuters fontes familiarizadas com o assunto.




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