Na SP-Arte, obras de quase R$ 20 milhões jogam para o alto o sarrafo da feira
redir.folha.com.br
O surrealismo, não é de hoje, anda em alta, talvez uma reação do gosto dos colecionadores e dos críticos diante da atrocidade de nosso mundo mais real do que real, em que carnificinas desfilam incólumes, bombardeios são rotinas, chacinas colorem as páginas de jornal como mais um dia qualquer.
Leia mais (04/06/2026 - 23h00)
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