Greve de professores em Registro, SP, tem adesão parcial e é suspensa pela Justiça após ação da Prefeitura
Categoria cobra reajuste salarial, enquanto administração afirma ter concedido aumento e mantém serviços em funcionamento
reprodução Greve de professores em Registro, SP, tem adesão parcial e é suspensa pela Justiça após ação da Prefeitura
Categoria cobra reajuste salarial, enquanto administração afirma ter concedido aumento e mantém serviços em funcionamento
Por Redação do Jornal V2R Notícias
📅 Publicado em 2 de abril de 2026
A paralisação de professores e servidores públicos em Registro, iniciada no dia 30 de março, ganhou novos desdobramentos nos últimos dias e já conta com decisão judicial. O movimento, que reivindica melhorias salariais e valorização profissional, teve adesão parcial e foi suspenso por determinação da Justiça.
De acordo com informações da própria Prefeitura, a greve não comprometeu totalmente os serviços públicos. Um levantamento preliminar aponta que cerca de 10% dos servidores aderiram ao movimento, mantendo a maior parte das atividades em funcionamento. Na área da educação, por exemplo, o atendimento seguiu com aproximadamente 81% das atividades mantidas.
Diante da paralisação, a administração municipal acionou a Justiça, que determinou, em caráter liminar, a suspensão da greve.
Segundo a categoria, o movimento foi motivado por reivindicações como reposição de perdas salariais, melhores condições de trabalho e maior valorização dos profissionais da educação.
Por outro lado, a Prefeitura contesta as alegações e afirma que vem cumprindo com reajustes salariais nos últimos anos. Em nota oficial, o Executivo informou que os servidores receberam um aumento acumulado de 9,27% entre 2025 e 2026, sendo 4,83% no primeiro ano e 4,44% no segundo.
A administração municipal também destacou que não considera haver perdas salariais que justifiquem a paralisação e reforçou que tem adotado medidas para garantir a continuidade dos serviços públicos essenciais à população.
O movimento grevista ocorre após semanas de impasse entre os representantes dos servidores e a Prefeitura, em meio a cobranças por avanço nas negociações.
Com a decisão judicial em vigor, o cenário segue indefinido e depende dos próximos passos tanto da categoria quanto do Executivo municipal. Novas assembleias e possíveis negociações devem definir o rumo do movimento nos próximos dias.
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