Chorar, chorar e não parar de chorar
redir.folha.com.br
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Chorar, chorar e não parar de chorar. Um mar de lágrimas antes, durante e depois da despedida de Lionel Messi da seleção argentina, naquela terça-feira, 6 de outubro de 2026, que ninguém queria que chegasse: nem Messi, nem Lionel Scaloni, nem seus companheiros, nem sua família, nem os torcedores, nem os jornalistas, nem ninguém no mundo que ama o futebol.
Leia mais (10/06/2026 - 22h54)







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