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São José dos Campos,03/09/2026

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Adolescente de 17 anos é enterrada em Caraguatatuba; polícia analisa celular para esclarecer morte

g1.globo.com
Adolescente de 17 anos é enterrada em Caraguatatuba; polícia analisa celular para esclarecer morte
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Celular pode ajudar a esclarecer morte de jovem em Caraguá
A adolescente Clara Victoria, de 17 anos, foi enterrada nesta quarta-feira (2), em Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo.
Enquanto familiares e amigos se despediam da jovem, a Polícia Civil avançava na investigação e passou a analisar o celular dela, encontrado na casa onde os investigadores suspeitam que tenha ocorrido o crime.
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A polícia espera encontrar no aparelho informações que ajudem a descobrir os últimos passos de Clara antes da morte e a esclarecer o que aconteceu nas horas que antecederam o crime. O celular foi localizado durante as buscas no imóvel.
Clara foi levada já sem vida para a UPA Sul, no bairro Perequê-Mirim, na segunda-feira (31). Segundo a investigação, ela tinha um ferimento no peito causado por arma branca, além de um dente quebrado e marcas no pescoço que indicam estrangulamento.
Clara Victoria, de 17 anos, foi encontrada morta em Caraguatatuba
Arquivo pessoal
Polícia suspeita de emboscada
A investigação aponta que Clara teria se envolvido em uma discussão horas antes da morte. A suspeita é de que ela tenha sido atraída para uma casa no bairro Travessão, onde teria ocorrido uma nova briga.
A principal hipótese da polícia é de que a discussão tenha sido motivada por ciúmes e terminado com a morte da adolescente.
No imóvel, os policiais encontraram manchas de sangue e respingos nas paredes. O chão também havia sido lavado, inclusive com água sanitária. Para os investigadores, a limpeza pode ter sido uma tentativa de retirar vestígios do crime.
A polícia também apreendeu o carro usado para levar Clara até a UPA. O veículo pertence a Luiz Paulo Prates de Souza e passou por perícia.
Luiz Paulo e Gabriely Nascimento Pereira são os principais suspeitos do crime. A Polícia Civil ainda tenta esclarecer qual foi a participação de cada um na morte da adolescente. A defesa dos dois não foi localizada.
Investigação
Além da análise do celular, a Polícia Civil solicitou exames para verificar se houve luta corporal entre Clara e o responsável pela agressão.
Os investigadores tentam reconstruir a dinâmica do crime e entender o que aconteceu antes de Clara ser levada para a unidade de saúde.
A análise do celular é considerada uma das etapas da investigação para esclarecer os últimos momentos da adolescente e ajudar a definir a participação de cada suspeito.
O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil.
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