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São José dos Campos,06/07/2026

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Justiça concede liberdade provisória a esteticista investigada por atuação irregular em Santos

Mulher deixou a prisão após pagamento de fiança e está proibida de realizar procedimentos que envolvam intervenções na saúde e no corpo de pacientes.

Redacão V2R Notícias
Justiça concede liberdade provisória a esteticista investigada por atuação irregular em Santos reprodução
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Justiça concede liberdade provisória a esteticista investigada por atuação irregular em Santos

Mulher deixou a prisão após pagamento de fiança e está proibida de realizar procedimentos que envolvam intervenções na saúde e no corpo de pacientes.

Por Redação do Jornal V2R Notícias
📅 Publicado em 6 de julho de 2026

A esteticista Simone Santana de Moura, de 51 anos, obteve liberdade provisória após pagar fiança estipulada pela Justiça, no valor equivalente a cinco salários mínimos, aproximadamente R$ 8 mil. Ela havia sido presa em flagrante durante uma operação da Polícia Civil que investiga a realização de procedimentos estéticos considerados irregulares em uma clínica clandestina, em Santos, no litoral paulista.

A prisão ocorreu na última semana, quando policiais da Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC) cumpriram mandados de busca no imóvel da investigada e no estabelecimento onde os atendimentos eram realizados.

Durante a ação, foram apreendidos diversos materiais de uso médico-hospitalar, incluindo seringas, luvas, aventais, compressas e produtos destinados à assepsia. Os agentes também localizaram medicamentos e substâncias de utilização controlada, entre eles cloreto de sódio, antissépticos e cloridrato de lidocaína, anestésico cujo uso é restrito a profissionais legalmente habilitados para procedimentos invasivos.

Na audiência de custódia, a Justiça autorizou a liberdade provisória mediante o pagamento da fiança e determinou o cumprimento de medidas cautelares. Entre elas, Simone deverá comparecer periodicamente ao Juízo para informar suas atividades e não poderá deixar a comarca por período superior a sete dias sem autorização judicial.

Além dessas determinações, a decisão judicial suspendeu o exercício de atividades profissionais relacionadas a intervenções na saúde e no corpo de outras pessoas enquanto o processo estiver em andamento.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, que apura a prática de exercício ilegal da medicina e outras possíveis infrações relacionadas aos procedimentos realizados na clínica.

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