Indústria musical deveria copiar futebol e pagar por uso de marcas
Quem sintoniza nos jogos da Copa do Mundo de 2026 depara-se com um fenômeno cromático nas transmissões em altíssima definição: os pés de atletas de dezenas de seleções foram tomados por tons vibrantes de rosa-choque. A escolha das gigantes do material esportivo não é casualidade estética, mas cálculo matemático. No círculo cromático, o rosa opera como cor complementar ao verde, gerando o máximo contraste possível contra o gramado. Sob os holofotes do maior espetáculo da Terra, a visibilidade virou commodity, e o calçado tornou-se o único espaço de livre expressão individual do jogador.
Leia mais (06/19/2026 - 09h45)








COMENTÁRIOS